segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

DECRETO Nº 30346 DE 1 DE JANEIRO DE 2009 Parte inicial...Vale conferir com o que está sendo feito !

APROVA O PLANO DE AÇÃO CONTRA A DENGUE E CRIA O “GABINETE DE COMBATE À DENGUE” NO ÂMBITO DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO

O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor,

Considerando que a dengue é uma enfermidade que exige o desenvolvimento de uma política pública articulada entre os vários níveis de governo, voltada não apenas à cura, mas principalmente à prevenção;

Considerando os alarmantes índices de contaminação da doença nos últimos anos, principalmente nesta Capital;

Considerando a necessidade de se estabelecer um esforço concentrado em torno das medidas sanitárias e de conscientização popular no combate a dengue,

DECRETA:

Art. 1º - Fica criado o “Gabinete de Combate à Dengue”, no âmbito do Município do Rio de Janeiro, que terá como atribuições:

I – promover a interlocução com representantes dos governos federal e estadual, com vistas à coordenação de uma política pública de permanente combate à dengue, através de medidas preventivas e de ações integradas de diagnóstico e tratamento dos possíveis infectados;

II – articular ações e definir estratégias, no âmbito do Município do Rio de Janeiro, com a finalidade de evitar a propagação da doença entre a população carioca, propondo ao Prefeito a participação de outros órgãos ou entidades da Administração Municipal no combate à virose;

Art. 2º - A composição do “Gabinete de Combate à Dengue” ficará a cargo do Secretário Municipal de Saúde.

Parágrafo único – O Plano de Combate à Dengue passa a constituir o Anexo a este Decreto.

Art. 3º- Este Decreto entra em vigor na data da sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Rio de Janeiro, 01 de janeiro de 2009 - 444º ano da fundação da Cidade

EDUARDO PAES

Prefeitura do Rio de Janeiro
Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil

PLANO DE AÇÃO PARA PREVENÇÃO E CONTROLE DA DENGUE NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO – 2009 1

1.1 INTRODUÇÃO

No mundo há quatro tipos de vírus que causam a dengue. No Brasil já foi identificada a presença de três tipos: DEN1, DEN2 e DEN3, que, alternadamente, provocaram epidemias. O DEN4, que circula na América Central e em alguns países da América do Sul, ainda não foi detectado no País.
Desde a emergência da dengue em 1986, o Município do Rio de Janeiro passou por oito epidemias e alguns episódios de intensa transmissão, não caracterizados como epidemias.
Dois episódios marcaram a história da doença na cidade: em 2002, sob o predomínio do DEN3, com aproximadamente 146.000 casos notificados, e, em 2008, sob o predomínio do DEN2, com aproximadamente 123.000 casos notificados.
A fragilidade da cobertura de atenção primária do município contribuiu para as últimas epidemias de dengue. Os dois episódios causaram grande comoção entre a população da cidade.
O ano de 2007 foi marcado por um aumento do número de casos, com predomínio do DEN3 até o mês de junho. A partir da 23ª semana, o DEN2 passou a predominar e observou-se mudança do padrão clínico, principalmente em crianças e adolescentes abaixo de 14 anos, com aumento de formas graves e hospitalizações. Esta mudança de padrão foi notificada nacionalmente através do CIEVS-RJ (Centro de Informação Estratégica de Vigilância em Saúde do Estado do Rio de Janeiro).
Importante destacar que, durante o ano de 2007, o número de casos esteve acima do limite máximo esperado em todas as 52 semanas, inclusive no segundo semestre quando ocorreu diminuição sazonal do número de casos.
No ano de 2008 a situação acima descrita agravou-se, culminando na mais grave epidemia de dengue do Município do Rio de Janeiro. Este panorama se estendeu até a semana epidemiológica 23, no final do mês de maio, quando o número de casos retornou ao limite esperado, previsto no diagrama de controle.
No mesmo período observou-se um aumento da letalidade, principalmente da forma hemorrágica, aumentando em mais de quatro vezes as chances de morte, devido, principalmente, à falta de assistência básica para os menores de 14 anos.

2.1 PLANO DE MOBILIZAÇÂO SOCIAL E COMBATE AO VETOR

A necessidade de repensar o modelo de combate ao vetor na Cidade do Rio de Janeiro é premente. Eliminar a visão restrita de unicausalidade do dengue e expandir a concepção de que o dengue é um problema coletivo talvez seja o principal desafio dentro do setor saúde. Hegemonicamente a postura de prevenir o dengue é, sobretudo, lidar com o permanente combate aos criadouros de Aedes aegypti, obscurecendo a relação com outros fatores socioambientais e contribuindo para valorizar o tratamento medicamentoso.
A estratégia de destruir milhares de potinhos ou tratar com larvicidas os vasinhos de plantas não impede que se tenha, no quarteirão, um grande criadouro capaz de produzir “mosquitos” suficientes para infestar toda a área. Cabe destacar que não se trata de reduzir as soluções técnicas, mas é necessário rever os princípios que modelam as práticas, no sentido de torná-las mais eficientes.
Espera-se, com as práticas realizadas, que o público a que se destinam reaja ao emissor com mudanças de hábitos e comportamentos. Para isto é fundamental rever o modelo de comunicação tradicional centrado na transmissão de conceitos freqüentemente utilizado pela saúde, com a eliminação das mediações socioculturais e utilizar metodologias ativas de comunicação e educação.
Trabalhar o combate ao vetor como uma questão “CULTURAL” ampla é desafio desta nova gestão. Destacando que, ao falarmos em cultura, não nos referimos à escolaridade ou a não ter conhecimento, mas estamos nos referindo a um sistema público de significados no qual todo ser humano está enredado. Temos, então, um sistema complexo de significados públicos, que não estão alojados na mente das pessoas, mas nas relações/interações sociais e, portanto, circulam nos contextos onde estão inseridos muitos outros textos.
Para que ações de comunicação, educação e mobilização possam ter sucesso é fundamental considerar esse conjunto complexo de mediações.

2.2 PRINCÍPIOS E DIRETRIZES PARA AÇÕES DE COMUNICAÇÃO, EDUCAÇÃO E PARTICIPAÇÃO:

Construção de um sistema realmente único, considerando o trabalho articulado com todos os entes federados.
Participação democrática; sensibilidade cultural; multimidiatização: meios e recursos disponíveis e preferenciais; dialogicidade/criação de espaços de conversação; mobilização e educação por pares; capacitação profissional e comunitária; avaliação constante das práticas de educação, comunicação e participação para o controle do dengue.
Um conjunto ampliado de ações intersetoriais, sejam de natureza econômica (p.ex. controle da produção de descartáveis), jurídica (p.ex. responsabilização das indústrias pelo destino final), política e social.
Nessa interação, credibilidade e confiança são condições necessárias à participação, pois as pessoas precisam estar convencidas de que há um problema, há um risco a sua saúde, para que se mobilizem e participem de ações de controle em parceria com o poder público.

2.3 DO ABSTRATO AO CONCRETO:

Elaboramos, considerando o LIRAa, um cronograma de ação intersetorial para mobilização social.
As ações serão coordenadas pela Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil, e envolverão todas as Secretarias Municipais, articulando ainda a Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro (SESDEC-RJ), todas as demais secretarias estaduais e a Secretaria Nacional de Vigilância Sanitária (SVS) do Ministério da Saúde (MS).
As Celebrações da saúde serão combinadas matricialmente com as semanas temáticas organizadas pela SESDEC, sendo organizadas com os temas da semana. O Ministério da Saúde, através da SVS, estará monitorando o desempenho das ações que terão participação ativa da Secretária Estratégica de Gestão Participativa do MS.

2.4 ATIVIDADES PREVISTAS

1. Visitas domiciliares;
2. Palestras e grupos de discussão do problema;

3. Treinamento dos moradores e formação de educadores locais;
4. Discussão de estratégias para tratamento da doença;
5. Recolhimento de lixo;
6. Recolhimento de depósitos inúteis que acumulam água;
7. Destruição de macro focos;
8. Vedação de caixas d’água;
9. Apresentações teatrais;
0. Eventos esportivos;
1. Troca de lâmpadas;
2. Organização do espaço público;
3. Realização de diagnóstico local de possíveis focos permanentes e seus responsáveis para eliminação constante;
4. Integração entre os atores locais;
5. Fortalecimento do canal de comunicação com a prefeitura;
6. Aproximação dos secretários à realidade do bairro;
7. Difusão e responsabilização da gestão, com apresentação da semana de visita ao seu bairro.

2.5 EQUIPE DO PREVISTA AÇÃO DA SEMANA

Agentes de Controle de Vetores
Bombeiros
Agentes de Saúde da Região
Guarda Municipal (para garantir segurança e ordem e atuar como testemunha em caso de entrada em imóveis abandonados)
Companhia Municipal de Limpeza Urbana (COMLURB)
CULTURA
Organização do trânsito da região
Profissionais da Prefeitura residentes no bairro
Associação de Moradores do Bairro
Secretaria de Educação (espaço e profissionais para capacitação)
Companhia Municipal de Energia e Iluminação (Rioluz)

2.6 EQUIPE DE MANUTENÇÃO

Associação de Moradores do Bairro capacitada
Profissionais da Prefeitura residentes no bairro
Agentes de Controle de Vetores que atuam nos Pontos Estratégicos naquele bairro
Secretaria de Obras
Secretaria de Habitação
Secretaria de Esporte e Lazer
Secretaria de Meio Ambiente
COMLURB
Alunos das escolas
Guardas Municipais
Carros equipados com Fumacê
AVIDE

2.7 SOLICITAÇÕES INTERSECRETARIAS MUNICIPAIS E ESTADUAIS

Serão envolvidos na realização de ações intersetoriais, as seguintes áreas e organismos: Administração Pública, Assistência Social, Assuntos Econômicos, Cultura, Casa Civil, Desenvolvimento Econômico, Educação, Envelhecimento Saudável e Qualidade de Vida, Esportes e Lazer, Fazenda, Habitação, Meio Ambiente, Obras, Olimpíada Rio 2016, Transportes, Turismo, Procuradoria, Comunicação Social, Urbanismo e COMLURB.

3.1 PLANO ASSISTENCIAL

O Plano Assistencial tem como conceito básico: atendimento regionalizado em Centros de Hidratação 24h e Unidades Básicas de Hidratação. Serão disponibilizados: Portas de Entrada para avaliação da Dengue, 1 Centro de Hidratação 24h e 2 Unidades Básicas de Hidratação/AP, Vaga Zero e Leitos de Terapia Intensiva.

Quando há o aumento do número de casos de qualquer doença, existe concomitantemente um aumento da demanda de assistência à saúde. Porém, quando há uma Rede Básica bem estruturada e um Programa de Saúde da Família bem abrangente, são estes atores que primeiro observam o aumento da incidência das doenças na população.

3.2 CENTROS DE HIDRATAÇÂO 24H

A fim de intervir neste quadro em curto prazo, serão estruturados centros de hidratação usando espaços já existentes dentro das várias unidades de saúde da rede assistencial da Secretaria Municipal de Saúde ou em espaços tipo “tenda”.

No planejamento de contingência das primeiras semanas de governo, serão organizadas pelo menos uma área de hidratação, em cada Área Programática, considerando a ampliação de assistência de acordo com o número de casos com entrada independente das demais atividades do hospital.

3.3 CENTROS DE SAÚDE

Funcionamento durante a semana
As equipes de dois centros de saúde por área programática serão reforçadas, considerando a incidência local. Ampliando o horário de funcionamento de 8:00 às 21:00h, sete dias por semana.
Os laboratórios de apoio também terão sua capacidade de atendimento avaliada, com adequação de equipe em caso de necessidade.
Funcionamento em finais de semana e feriados
Em situação de maior demanda, especialmente para acompanhamento de casos suspeitos de febre hemorrágica do dengue o plano prevê o funcionamento simultâneo em finais de semana de 10 centros de saúde, cada um podendo atender em média a 100 usuários/dia, totalizando, portanto 1000 atendimentos/dia.
A eleição das unidades deverá ter como base o número de casos das áreas de abrangência e a malha viária, no caso de apoio a mais de uma área.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Caderneta de Vacinação

Prezados colegas,
E´muito importante que estejamos com a nossa situação vacinal em dia !
No ano passado a CAP pediu que todos atualizassem...caso alguns não tenham conseguido, procurem o serviço de saúde para faze-lo...Lembrem-se que é simples demais e vital para tranquilidade da saúde individual para deixar de lado !!!
Vacinação já !!!!!! Um abraço a todos.

Por onde anda a DENGUE...

Casos de dengue no Distrito Federal crescem 304,5%

Da Agência Estado

12/02/10 - 19h33 - Atualizado em 12/02/10 - 19h35

O número de casos de dengue no Distrito Federal disparou. Este ano foram registrados 1.169 casos suspeitos da doença, o que representa um aumento de 304,5% em relação ao contabilizado no mesmo período de 2009. A diferença fica ainda maior quando são analisados os casos da doença comprovadamente contraídos no DF, os chamados autóctones. Até ontem, haviam sido contabilizadas 236 contaminações por dengue dentro do DF, 844% a mais do que no ano passado, quando foram confirmados 25 casos. Técnicos investigam ainda a morte de um paciente, que pode ter sido provocada pela doença.
Diante desses números, uma reunião às pressas foi marcada para a próxima quinta, para formar uma força-tarefa de combate à doença. A ideia é criar mutirões para limpeza de focos domiciliares e para retirada de lixo das áreas mais afetadas: bairros que concentram população mais pobre da capital.
A ação dos agentes terá de ser feita em meio a uma crise política sem precedentes, que culminou com a prisão do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (ex-DEM). "Como a crise afeta principalmente o primeiro e segundo escalão, acreditamos que as ações de emergência não serão prejudicadas", afirmou o assessor da subsecretaria de Vigilância em Saúde do DF, Ailton Dominicio.
Para reforçar o trabalho de emergência, foram requisitados 200 homens do Exército. Eles devem trabalhar nas ações de combate aos focos dos mosquitos nas regiões mais afetadas.
Também será solicitado ao Ministério da Saúde um reforço de veículos para fazer o fumacê, usado para matar Aedes aegypti (o mosquito transmissor da doença) adultos.
Larvicidas também deverão ser colocados em poços e recipientes de água, usado por moradores de áreas onde não há abastecimento regular.

Estados preocupantes

O coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde, Giovanini Evelim Coelho, afirmou que outras regiões do País preocupam pelo aumento do número de casos da doença: Acre, Rondônia, Goiás, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. "A média registrada nessas áreas é de quase 300 casos por 100 mil habitantes", informou.
Coelho diz que não há como atribuir esse aumento a uma causa específica. "Vários fatores interferem: nível de organização dos serviços, coleta adequada de lixo, incidência das chuvas."
Apesar do aumento de casos nessas regiões, Coelho avalia que a tendência da epidemia, até agora, é de se instalar em áreas onde há menor concentração populacional. "O fato de não haver números preocupantes em metrópoles, dá um pouco mais de tranquilidade", afirmou, citando Rio, Salvador e Fortaleza. Ele observa, no entanto, que essa situação pode mudar depois do carnaval. "É um período em que há grande movimentação de pessoas. Isso pode alterar a tendência da doença. Mas só vamos saber depois que o feriado passar."

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Então voltemos ao passado...era moleza , né ?
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Adiamento

Foi adiada para a primeira semana de março a Audiencia na ALERJ sobre o Diflubenzuron.
Assim que tivermos acesso a nova data concreta informaremos !

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010








Bromélias não são focos perigosos para desenvolver vetores da dengue

Pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC) e da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), ambos unidades da Fiocruz, e do Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro concluíram que as plantas popularmente conhecidas como bromélias não são micro-hábitats importantes para o desenvolvimento de mosquitos das espécies Aedes aegypti e Aedes albopictus, dois dos principais vetores da dengue no Brasil.
Para o estudo, foram capturados aproximadamente 3 mil espécimes de mosquitos, encontrados em 120 bromélias pertencentes a dez diferentes espécies da planta no Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Saiba mais em : www.ioc.fiocruz.br

Orientação da Vigilancia em Saúde sobre EPI

Srs Diretores da Divisão de Vigilância em Saúde

A
principal ação dos auxiliares de controle de endemias é a informação e orientação a ser fornecida à população sobre os cuidados cotidianos para evitarmos a proliferação do mosquito Aedes Aegypti. Este é um trabalho de extrema relevância para instituir mudanças de hábitos e atitudes relacionadas ao ambiente, se caracterizando por ações de comunicação eficientes. A utilização de larvicida é uma atividade complementar à atividade primordial de comunicação, informação, educação e conscientização da população. Diante de dúvidas e ansiedades que persistem sobre o novo larvicida instituído pelo Ministério da Saúde - Diflubenzuron - relacionadas a manipulação do produto para diluição, identificamos que os equipamentos de proteção individual adequados para este procedimento são:

1.Óculos de proteção, individual, de acrílico, com 100% de transparência, com adaptação ao nariz, com proteção lateral, não descartável, lente em policarbonato que permite

desinfecção manual com álcool 70% sem alteração da

transparência, tamanho médio.
2.Respirador descartável - PFF2 valvulada Características:

Respirador e Purificador de Ar, Tipo Peça Semi-Facial filtrante para partículas. Modelo dobrável. Respirador descartável, tipo semifacial filtrante, modelo dobrável, com solda eletrônica em todo perímetro, confeccionada com manta sintética com tratamento eletrostático, para partículas P2, dotada de válvula de exalação, para maior conforto e com elásticos para fixação e ajuste à cabeça do usuário. Aplicações: Proteção das vias respiratórias do usuário contra poeiras, névoas e fumos metálicos, classe PFF2. Mod. P2 (Máscara descartável PFF2, valvulada). Com a exigência do fabricante do CA – Certificado de Aprovação

3.Luvas Nitrílicas com Forro - são confeccionadas em borracha nitrílica. Oferecem excelente conforto e proteção contra abrasão. Possuem frisos antiderrapantes e resistência química e mecânica. Comprimento da luva: 33 cm.

Conservação:
-Lavar as luvas com detergente neutro
-Utilizar água quente até 45ºC
- Enxaguar e Pendurar as luvas para secar a sombra com

punhos para baixo.


Estes EPI serão disponibilizados para as áreas, mas precisamos identificar os locais mais apropriados para o preparo da diluição, espaço este que deve ser ventilado e com paredes ladrilhadas, com pia e que não seja utilizado para preparo ou circulação ou manipulação de alimentos.

Oportunamente estaremos disponibilizando outras informações e orientações quanto aos procedimentos operacionais padronizados

Grande abraço a todos e todas

Rosanna Iozzi
Superintendência de Vigilância em Saúde
Subsecretaria
de Promoção da Saúde, Atenção Primária e Vigilância em Saúde

LEI N.º 5.141 DE 7 DE JANEIRO DE 2010.

LEI N.º 5.141 DE 7 DE JANEIRO DE 2010.

Institui penalidade para os proprietários de imóveis em que sejam encontrados focos do mosquito aedes aegypt, na forma que menciona

Autor: Vereador Jorge Manaia.

O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, faço saber que a Câmara Municipal decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Fica instituída a penalidade de multa para os proprietários dos imóveis onde seja constatada a reincidência da existência de focos do mosquito Aedes aegypti.

§1º A multa a ser aplicada pelos agentes públicos dos órgãos competentes do Poder Executivo, deverá estar compreendida entre a faixa de R$ 300,00 (trezentos reais) a R$ 3.000,00 (três mil reais), sendo admitida a aplicação em dobro em casos de mais de uma reincidência.

§ 2° O Poder Executivo deixará de aplicar a multa prevista no caput, por uma única vez para cada infrator, caso o mesmo participe de palestra informativa sobre os malefícios da dengue e suas formas de prevenção.

Art. 2º O Poder Executivo poderá, por meio de decreto, estabelecer a gradação das multas, respeitados os parâmetros fixados no §1º do art. 1º.

Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 4º Fica revogada a Lei Municipal nº 3.646, de 17 de setembro de 2003.

EDUARDO PAES

Do Mestre Carlos Drummond de Andrade...

"Satânico é meu pensamento a teu respeito,e ardente é o meu desejo de apertar-te em minha mão,numa sede de vingança incontestável pelo que me fizeste ontem. A noite era quente e calma e eu estava em minha cama, quando, sorrateiramente,te aproximaste.Encostaste o teu corpo sem roupa no meu corpo nu,sem o mínimo pudor!Percebendo minha aparente indiferença,aconchegaste-te a mim e mordeste-me sem escrúpulos. Até nos mais íntimos lugares. Eu adormeci.

Hoje quando acordei,procurei-te numa ânsia ardente,mas em vão.Deixaste em meu corpo e no lençol,provas irrefutáveis do que entre nós ocorreu durante a noite. Esta noite recolho-me mais cedo,para na mesma cama te esperar.Quando chegares,quero te agarrar com avidez e força. Quero te apertar com todas as forças de minhas mãos. Só descansarei quando vir sair o sangue quente do seu corpo.Só assim, livrar-me-ei de ti,pernilongo filho da puta!"

DATAS E PAUTA DAS REUNIÕES DAS COMISSÕES COM O SUBSECRETÁRIO

Informe sobre email enviado aos correlatos do controle da dengue sobre as datas e pauta das reuniões ordinárias. Alguns assuntos relativos à pauta de reuniões ainda não acontecidas podem ser abordados durante outras reuniões caso sejam por força maior como, por exemplo, assuntos sobre gerencia da dengue e uso do Diflubenzuron além de metodologia de trabalho e condições dos PA já foram abordados superficialmente.

From: Daniel Soranz
Date: 2009/11/24
Subject: Representantes dos Agentes de Vig em Saúde
To
: Jose Cerbino , cap10@rio.rj.gov.br, cap22@rio.rj.gov.br, cap40@rio.rj.gov.br, cap21@rio.rj.gov.br, cap32@rio.rj.gov.br, cap52@rio.rj.gov.br, cap33@rio.rj.gov.br, cap51@rio.rj.gov.br, cap53@rio.rj.gov.br, gelsonmachado@rio.rj.gov.br, Mauro Blanco Brandolini , Betina Durovni , Pedro Gilberto Alves de Lima , marcia r torres

Prezados Coordenadores e Gerentes

Conforme orientação realizada nas reuniões de distribuição dos PA (que aconteceram em cada Área Programática com a presença dos Gerentes e Coordenadores da Área) ficou determinada a seleção de representantes dos agentes de campo para reuniões mensais com a Superintendência de Vigilância e a Subsecretaria.

Agradeço as áreas que já enviaram os nomes dos representantes e aguardo envio das demais.

As datas das reuniões serão:

17/Dez/2009 as 10:00h – Saúde do trabalhador remarcada para 23 de Dezembro

!

14/Jan/2010 as 16:00h – Formação Pro formar

04/Fev/2010 as 16:00h - Territorialização

16/mar/2010 as 10:00h - Processo de trabalho

13/abr/2010 – 16:00h - Informação de produção

20/maio/2010 – 16:00h - Epi e Uniformes

17/junho/2010 – 16:00h - Educação em saúde

22/julho/2010 – 10:00h - Marco regulatório

19/agosto/2010 – 10:00h - Indicação de supervisores

22/set/2010 – 16:00h - Discussão do Plano de dengue

21/out/2010 – 10:00h - Assédio Moral

11/Nov/2010 – 16:00h – Estrutura Física dos PA

16/Dez/2010 16:00h - Avaliação do período

Obrigado pelo envio dos nomes dos representantes dos Agentes de Vigilância em saúde de cada CAP, reforço que estou disponível para quaisquer esclarecimentos e ajustes necessários e conto com o apoio de vocês para ajudar no conteúdo das reuniões.

Meu abraço Daniel Soranz

Orientação repassada sobre Diflubenzuron

Texto transcrito da comunidade ACE editado pela ROSe da 5.1 e membro da Comissão de ACEs, disponível na íntegra em

http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=5120363&tid=5420317417085515716&start=1

Nova Superintendente de Vigilância em Saúde assume e recebe a Comissão dos ACEs

Em reunião realizada dia 23 de Dezembro de 2009 com a nova Superintendente de Vigilância em Saúde que assumiu no lugar do Dr. José Cerbino Neto, discutimos vários assuntos, mas a pauta foi o uso do DIFLUBENZURON...

Foi solicitado pela Dra. Rosanna ao termino da Reunião um prazo para atendimento das dúvidas dos ACEs até a próxima reunião no dia 14 de Janeiro. Ficou acertada também medida preliminar por conta da Superintendência a pedido da Comissão do envio de informe para as CAPS, Gerencias, DVS e demais órgãos correlatos sobre o teor do assunto sendo o texto abaixo relacionado

“Conforme acertado em reunião realizada em 23/12/2009 envio email remetido às DVS e CAP.
Feliz Natal e muita saude e paz em 2010
Grande abraço a todos e todas.
Rosanna Iozzi
Superintendência de Vigilância em Saúde - Subsecretaria de Promoção da Saúde, Atenção Primária e Vigilância em Saúde - SMSDC-RJ

Srs. Diretores da Divisão de Vigilância em Saúde

Solicito
que esclareçam junto aos supervisores de Campo que quanto ao uso do larvicida - Diflubenzuron

- nas ações de controle do Aedes aegypti em nossa Cidade, que a manipulação do pó deverá ser realizada apenas pelos Supervisores de Campo, desde que estes disponham dos Equipamentos de Proteção Individual pertinentes. Deste modo os agentes de controle de endemias só devem ir a campo com o produto já diluído.

Na medida em que os profissionais de campo identifiquem depósitos de grandes proporções (macro focos, por exemplo), o Supervisor deve ser acionado para preparação da quantidade de larvicida necessária e ele próprio, ir ao local, realizar a aplicação.

Oportunamente estaremos disponibilizando outras informações e orientações quanto ao novo produto.

Solicito que seja informado a esta superintendência a disponibilidade de EPI para supervisores e agentes de controle de endemias e o quantitativo necessário para suprir mensalmente as necessidades

RELAÇÃO DOS REPRESENTANTES DE TURMA POR AREA PROGRAMÁTICA DA SMSDCRJ

Conforme solicitação do Subsecretário de Saúde Dr. Daniel Soranz, foram realizadas nas CAPS eleições democráticas para a escolha de seus representantes (Classe dos ACEs) e para que estes pudessem fazer parte de uma comissão de assessoramento e discussão dos assuntos pertinentes a categoria, mensalmente e com pauta ordinária por reunião.

Na nossa AP, foram escolhidos os servidores RENATO CESAR e RONALDO COSTA, que estarão se esmerando por traduzir para os colegas os resultados das reuniões.


3.3 – FERNANDO L. F. VALENÇA
4.0 – FÁBIO P. DA SILVEIRA
4.0 – ROBERTO A. DE SOUZA
5.1 – ROSILENE DE A. PINTO
5.1 -- VANESSA COELHO MOREIRA
5.2 – SMART MOYSÉS SOARES
5.2 – RODRIGO B. DOS SANTOS
5.3 – NILSON B. GUIMARÃES
5.3 – ADIN M. DA SILVA

COMISSÃO DE REPRESENTANTES DOS ACEs , POR CAP E NOME DO REPRESENTANTE.

1.0 – FRANCISCO ROSINDO FILHO
1.0 – ANDERSON A. DA SILVA
2.1 – RONALDO COSTA
2.1 – RENATO CESAR MASPERO
2.2 – JOÃO BATISTA L. DE MELO
2.2 – PAULO CESAR DIOGO
3.1 – JULIO C. DE A. GABORIAUD
3.1 – ANTÔNIO F. DA C. JUNIOR
3.2 – IÁRA VIEIRA REIS
3.2 – WANDERSON R. HENRIQUE
3.3 – ALAN DOUGLAS VIEIRA

Fonte da comunidade: http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=5120363&tid=5420317417085515716&na=3&nst=11&nid=5120363-5420317417085515716-5420675218229110617

Autorizado uso de bermudas

Utilização de bermudas para servidores municipais

Autorizado uso de bermudas para servidores municipais e motoristas durante o verão

Publicada em: 05/01/2010 às 15h23min - Editoria: Cidade

Até 31 de março, servidores municipais, motoristas de táxis, de ônibus e de vans e kombis credenciados, além de cobradores de ônibus, estão autorizados a usar bermudões, calças e bermudas na altura do joelho.

Decreto do prefeito Eduardo Paes, com a permissão, publicado no Diário Oficial de hoje, dia 5, estabelece que por motivo de situações específicas de cada órgão, os secretários municipais e os presidentes de empresas poderão regulamentá-lo.

Fonte: http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=41814254&tid=5423707465140086617

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Serviço Telessaúde DENGUE

RIO - Começa nesta sexta-feira, o funcionamento pleno do serviço Telessaúde para Dengue, da prefeitura. O número 3523-4025 receberá denúncias de focos e solicitações de visita dos agentes de saúde, além de tirar dúvidas sobre a doença.
O serviço conta com enfermeiros epidemiologistas de plantão, que serão responsáveis pela elaboração de um mapa das áreas mais reclamadas. Eles receberam treinamento para tirar dúvidas e fazer a triagem das ligações. Cada área da cidade vai contar com dois responsáveis, que receberão as queixas online. Eles vão dar retorno à equipe do Telessaúde, que vai monitor os casos.
O serviço também cadastrou todos os agentes de saúde envolvidos no combate à dengue. O objetivo é que, assim, a população possa confirmar a identidade dos profissionais na hora da visita domiciliar. Outra meta da iniciativa é fazer com que a própria população contribua no rastreamento do mosquito transmissor, direcionando o trabalho dos agentes para os locais com infestação e focos do Aedes aegypti.
28 de Janeiro de 2010
http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010/01/28/telessaude-para-combate-dengue-comeca-funcionar-nesta-sexta-915726103.asp